A seletividade alimentar é comum na infância. A recusa de experimentar novos alimentos, especialmente por causa da textura, cor ou cheiro não é apenas “birra”, faz parte do desenvolvimento.
A forma como isso é conduzido é que faz toda a diferença. Pressionar, insistir ou tentar negociar pode aumentar ainda mais a rejeição.
O mais eficaz costuma ser manter uma rotina, oferecer os alimentos de forma repetida e variada, e permitir que a criança explore no próprio tempo, sem obrigatoriedade.
Com a abordagem certa, esse repertório tende a se ampliar.
Mas, se a alimentação está muito restrita ou gera preocupação, vale investigar com mais cuidado.
Resp. técnica:
Dra Fernanda Lopes
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